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Aracaju,10/06/2026

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Criação do Samu Estadual está atrelada ao legado de Eduardo Amorim


Criação do Samu Estadual está atrelada ao legado de Eduardo Amorim

A trajetória do médico anestesiologista e pré-candidato ao Senado Federal, Eduardo Amorim (Republicanos) na área da saúde, perpassa as salas de cirurgia e tem capítulos marcantes também na gestão da medicina no Estado. Enquanto secretário de Estado da Saúde, entre os anos de 2003 e 2004 durante a gestão do ex-governador João Alves Filho, ele foi responsável por iniciar a implantação de um dos mais eficientes serviços de atendimento pré-hospitalar: o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU Sergipe). No primeiro momento foi possível contemplar todos os municípios interioranos; na sequência, a capital, Aracaju, também foi inserida no projeto estadual.

Ao observar a precariedade da assistência antes em prática no Sistema Único de Saúde (SUS), com o apoio integral do Poder Executivo Estadual, Eduardo Amorim reuniu técnicos na perspectiva de pôr em prática uma rede capaz de oferecer atendimento dinâmico e de qualidade  em situações de emergência. A missão sempre foi salvar vidas, realizar triagem capaz de descentralização da saúde - sobretudo o Hospital de Urgência (Huse), e proporcionar os avanços que o sistema demandava. Um levantamento realizado pela administração estadual identificou que, já no primeiro trimestre de operação do Samu em Sergipe, houve melhoria na versatilidade do atendimento móvel, na regulação médica e das unidades regionais, qualificando a assistência pré-hospitalar e salvando a vida de centenas de pessoas.

Em todo o território nacional o SAMU opera com uma frota superior a 4,3 mil ambulâncias em circulação. Esse número garante atendimento de urgência a cerca de 190 milhões de brasileiros, que corresponde a cerca de 90% da população. Ainda em 2004 o Samu se consolidou como uma das mais importantes ferramentas da saúde pública estadual, tornando-se referência no atendimento em todo o território sergipano. “Vivemos em um estado onde cerca de 85% da população depende exclusivamente do SUS. Por isso, minha missão de vida sempre foi trabalhar para fortalecer e qualificar a saúde pública, seja como médico dentro dos hospitais, seja na vida pública, defendendo políticas assertivas que garantam atendimento digno e mais eficiência para quem mais precisa”, ressalta Eduardo Amorim.




Por Ascom/Eduardo Amorim




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